terça-feira, 23 de junho de 2009
Projeto VII - Conclusões
Por isso colocamos o questionamento em nosso blog: como os educadores podem lidar com essas mídias digitais. Recebemos a resposta do Ozório Júnio Camargos que ressaltou a importância das mídias digitais como suporte ao aprendizado. Os educadores devem utilizar as mídias para ensinar, mas que também devem ter visão crítica sobre pontos positivos e negativos, refletir sobre a influência desses meios de comunicação na aprendizagem.
É importante também que as escolas se preocupem em formar leitores críticos. Como dito no texto, "alfabetizar nossas crianças e jovens em termos de áudio-visual, criar um leitor crítico principalmente de televisão."
Como visto no tópico “A certeza da incerteza”, informações encontradas na internet podem ser imprecisas, logo precisamos de algo para identificar uma fonte confiável. Esse questionamento foi exposto no nosso blog e recebemos uma resposta de Rafael J.B.Fortes. Ele defende que não devemos investir em uma maneira de identificar uma fonte 100%, pois isso seria impossível. O que devemos fazer é confiar em nossa experiência e opinião critica sobre o assunto, assim podemos determinar se a informação ali contida faz sentido ou não.
Certamente a opinião crítica ajuda muito nessas horas, porém como saber se somos experientes o suficiente para julgar uma fonte? Se há falta de senso crítico, imaginamos que uma boa maneira de identificar uma fonte confiável é buscar a mesma informação em diversas outras fontes, assim podemos ter um consenso sobre a veracidade dos dados contidos em um site.
Outra maneira citada pelo Rafael J.B.Fortes é a agregação de mais atores na produção do conhecimento. Normalmente ao visitarmos fóruns, vemos que a opinião de várias pessoas realmente ajuda na hora de decidir sobre a veracidade dos dados.
Após a leitura do texto "Conhecimento e suas características atuais: ABUNDÂNCIA", percebemos que a quantidade de conhecimento tem se multiplicado cada vez mais, principalmente com o advento da internet.
A produção e disseminação do conhecimento, que antes era acessível a poucos, com a internet através dos blogs, comunidades e páginas pessoais, ficou permitido que qualquer pessoa produza e distribua conhecimento através da rede.
Entretanto, este fato fez com que a procura pelo conhecimento se torne uma tarefa árdua, pois são muitas fontes e os profissionais que conseguem filtrar as melhores fontes, são os que mais se destacam atualmente. A questão atualmente não é como conseguir conhecimento, e sim quais são as melhores fontes de onde posso obtê-lo.
Esses questionamentos que nos levaram a colocar a seguinte pergunta em nosso blog: Quais são as formas de classificação e distribuição do conhecimento?
Apesar de ninguém ter respondido à questão, acho que a melhor forma seria uma classificação feita pelo próprio autor e pelos leitores de um determinado texto, através de tags. Ou seja, quando o autor publicasse o texto, ele seria responsável por classificá-lo através de tags e os leitores avaliariam sua classificação, para dar credibilidade àquela classificação.
sábado, 20 de junho de 2009
Questão Projeto VII - Débora Soares
Pergunta: Como os educadores podem lidar com as mídias digitais no processo de formação do conhecimento?
Justificativa: As mídias digitais e audiovisuais tem ocupado um espaço cada vez maior na vida das pessoas. Não há como impedir esse processo. A facilidade de difusão da informação pode trazer benefícios, mas requer olhar crítico para filtrar essa informação. É importante aproveitar os pontos positivos que cada mídia pode trazer para a formação do conhecimento, mas também orientar sobre os pontos negativos.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Questão Projeto VII - Rafael Silvério Matos
Pergunta: Como podemos identificar fontes confiáveis de dados na internet?
Justificativa: Como visto no tópico, hoje em dia é muito fácil manipular informações e enganar pessoas com dados falsos, confundindo os usuários. Um exemplo de uma fonte de dados que causa polémica é a Wikipedia, em que existe um grupo de pessoas que acredita sempre na veracidade dos dados encontrados lá, e um outro grupo que acredida que a maioria dos artigos não são precisos. É preciso ter uma estratégia para saber quando confiar ou não em uma informação.
Questão Projeto VII - Thiago Fioravante
Pergunta: Quais são as formas de classificação e distribuição do conhecimento?
Justificativa: Atualmente o surgimento de novos conhecimentos é muito alto, tornando a meia vida destes muito curta. Esse fato torna importante uma boa classificação do conhecimento, para que as pessoas consigam garimpar o que necessita. As formas mais comuns de classificação são tags e nuvem de tags, mas inda há muito que avançar. Outro ponto importante é como as pessoas obtém acesso à essa grande quantidade de informação. Antigamente, as fontes de informações eram poucas, sendo que atualmente, qualquer um com acesso à internet pode destribuir informação, por isso a necessidade de ferramentas como RSS, Atom e outros.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Comunidades virtuais
domingo, 19 de abril de 2009
D/I/C/S por Igor Soares e Ozório Camargos
Apresenta uma situação real interessante, que realmente acontece ao se entrar para a auto-escola, vários sinais de trânsito se transformam de dados para informação. E o conhecimento que é construido a partir das experiências obtidas com as aulas de direção.
domingo, 5 de abril de 2009
Síntese das Contribuições
A postagem "Valorização da Cauda Longa"obteve comentários de dois usuários.
Eles foram capazes de entender o tema e verificar a sua importância para as empresas e consumidores atrás de produtos específicos. Uma vez que o espaço físico é limitado, nem sempre é possível para as empresas estocarem produtos pouco procurados, desencorajando muitos compradores.
Como um dos colaborados comentou: "Já as grandes lojas virtuais, como atraem muitos consumidores a chance de que a procurem para localizar um livro específico é maior." Esse aumento é real e muito importante para as empresas gerarem receitas e permitirem compradores conseguirem itens que muitas vezes seria difícil ou até mesmo impossível de obtê-los.
O segundo colaborador percebeu que através da cauda longa, as empresas podem até mesmo ir até seus potenciais consumidores, verificando seus gostos e oferecendo produtos específicos que poderiam interessá-los, como é feito com a ferramenta AdSense do Google.
domingo, 29 de março de 2009
Valorização da Cauda Longa
O termo cauda longa se refere àquela parte da população que procura por produtos ou serviços que não são muito populares. Um exemplo prático seria uma loja de CDs/DVDs musicais. Grande parte das pessoas entram na loja procurando por uma banda ou um CD que esteja fazendo mais sucesso, porém há aquelas poucas pessoas que entram na loja em busca de material de bandas não muito famosas, que até mesmo a grande parte da população nem conhece. Essas pessoas fazem parte da cauda longa.
A inspiração do termo é devido ao formato do gráfico que representa o volume de pessoas interessadas em um produto. Abaixo temos um exemplo desse gráfico, que se trata do interesse de pessoas em uma livraria:
As lojas reais estão geralmente mais interessadas em vender um grande número de exemplares de um mesmo produto, procurando satisfazer os clientes que representam a cabeça da cauda. Com a internet, é possível aumentar a variedade de produtos sem ter despesas adicionais com o gerenciamento de espaço da loja. Lojas virtuais podem oferecer produtos diversificados sem a necessidade tê-los em estoque. Ao ser requisitado por um cliente, o vendedor realiza um processo de criar ou importar o produto para passar ao cliente.
Com essas possibilidades, a loja possui uma prateleira infinita, com produtos que podem agradar a todas pessoas que pertencem à cauda longa, e não somente aquelas que estão na cabeça. Para os vendedores isso é uma excelente oportunidade para gerar lucros. Para os usuários é uma comodidade muito grande, principalmente para pessoas com gostos diversificados.
Chris Anderson, autor do livro "A Cauda Longa - Do mercado das massas para o mercado de nichos", apontou em 2004 que no comércio eletrônico sempre existia demanda por praticamente todos os produtos, mesmo com a grande variedade de oferta. Na época, a Amazon oferecia 3,7 milhões de títulos, enquanto uma livraria física oferecia em média 100 mil. 25% das vendas da Amazon era representada pelos títulos que não interessavam às lojas físicas por serem pouco procurados.
O conceito da Cauda Longa aplica-se não só à venda de produtos, mas também ao acesso gratuito ao conteúdo digital. Anderson identificou 3 forças propulsoras do fenômeno da cauda longa:
- maior acesso a ferramentas para produção de determinados itens, como CDs;
- maior facilidade na disponibilização dos itens no meio digital;
- maior facilidade de encontrar itens de interesse na internet.
Links de lojas virtuais que valorizam a cauda longa:
Lojas de supermercados: www.extra.com.br www.carrefour.com.br www.hiperviabrasil.com.br.
Livrarias: www.livrariasaraiva.com.br www.leitura.com.br.
Lojas de roupas: http://www.magazineluiza.com.
Lojas virtuais que os próprios usuários podem vender seus produtos: www.submarino.com.br www.mercadolivre.com.br www.amazon.com www.ebay.com
quarta-feira, 18 de março de 2009
Ferramentas adicionadas!
- 99chats: agora pessoas podem utilizar nosso blog como chat (localizado acima das postagens)
- twitthis: quando uma pessoa clickar no botão, ela poderá postar automaticamente em sua conta do twitter uma mensagem falando que esta lendo o blog, sem a necessidade de entrar no site do twitter (o botão fica localizado na frente de cada postagem)
- twitter: as postagens que foram feitas no twitter aparem no blog (localizado do lado do chat)
segunda-feira, 16 de março de 2009
Proposta
http://www.99chats.com
Para criar uma sala de chat apenas para as pessoas que visitarem o blog.
